A Prefeitura de Belo Horizonte abriu uma nova frente de hard news nesta sexta-feira, 29 de maio, ao detalhar o avanço da política habitacional da capital. O foco agora está nas moradias populares.
Segundo a administração municipal, cerca de 2,4 mil unidades habitacionais estão em obras em 14 empreendimentos, com execução da Urbel e ligação ao programa Minha Casa, Minha Vida.
O anúncio coloca habitação no centro da agenda pública de Belo Horizonte às vésperas de junho, com entregas previstas ainda em 2026 e uma carteira maior em análise.
Obras em 14 empreendimentos espalhados pela capital
De acordo com a PBH, os canteiros estão distribuídos por regiões já urbanizadas, com acesso a serviços, equipamentos públicos e infraestrutura pronta.
O desenho busca reduzir o déficit habitacional sem empurrar famílias para áreas isoladas. A estratégia também tenta acelerar a integração urbana dos futuros moradores.
Entre os números mais relevantes, a prefeitura informou:
- 2,4 mil moradias atualmente em construção
- 14 empreendimentos em andamento
- R$ 90 milhões em aporte municipal
- conclusão geral prevista para 2027
As unidades serão destinadas principalmente a famílias com renda mensal de até R$ 3,2 mil, embora o programa também possa alcançar grupos com renda de até R$ 5 mil.
Quais conjuntos devem ser entregues primeiro
A Prefeitura listou três residenciais com entrega esperada ainda no segundo semestre deste ano. Eles ficam nas regionais Pampulha, Norte e Oeste.
Os empreendimentos citados são:
- Residencial Maurette, no Bairro Manacás, com 80 unidades
- Residencial Mar de Rosa, no Bairro Juliana, com 72 unidades
- Residencial Tibiriça, na Vila São Jorge, com 48 unidades
Na Pampulha, a concentração de obras é maior. A regional reúne outras 1.484 unidades distribuídas em oito empreendimentos, incluindo os residenciais Clóvis Salgado e Viotti.
Segundo o município, ambos terão 300 apartamentos cada e previsão de conclusão no primeiro semestre de 2027. O Clóvis Salgado ainda recebeu premiação nacional do Ministério das Cidades.
Barreiro, Nordeste e expansão da carteira habitacional
No Barreiro, a prefeitura contabiliza 514 moradias em construção. Entram nessa conta os residenciais Jardim do Vale, Lavrinhas e Jordelino.
Já o Residencial Djalma Cassimiro, no Bairro Dom Silvério, na Regional Nordeste, soma 188 unidades à carteira atual da política habitacional.
O município afirma ainda que o Minha Casa, Minha Vida segue como eixo principal para viabilizar os novos conjuntos, com doação de terrenos e complementação financeira local.
Além das obras em execução, a capital projeta uma carteira mais ampla. A meta informada é chegar a cerca de 4 mil unidades do programa habitacional federal.
O que vem depois das obras já contratadas
Desse total, 427 unidades já estão em análise pela Caixa Econômica Federal. Outras propostas dependem de estudos técnicos e elaboração de projetos em terrenos municipais.
A prefeitura informou que 24 áreas públicas estão na fase de estudos e preparação de projetos para ampliar a oferta de moradia de interesse social.
Para Belo Horizonte, o anúncio desta semana tem peso político e urbano. Ele sinaliza que a gestão tenta transformar 2026 em um ano de contratação, obras e entregas parciais.
Se o cronograma for mantido, a capital entrará em 2027 com uma das maiores frentes recentes de habitação popular em andamento, espalhada por diferentes regionais.
Aviso Editorial
Este conteúdo foi estruturado com o auxílio de Inteligência Artificial e submetido a rigorosa curadoria, checagem de fatos e revisão final pelo editor-chefe [email protected]. O BH Notícias reafirma seu compromisso com a ética jornalística, garantindo que o julgamento editorial e a validação das informações são de inteira responsabilidade humana, do editor.
Sobre o Autor:
Editor: [email protected]
Transparência: Política Editorial | Política de Uso de IA | Política de Correções | Contato






