A Prefeitura de Belo Horizonte anunciou nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, que o Serviço de Atenção Domiciliar segue atendendo pacientes após alta em hospitais e UPAs da capital.
A medida ganhou destaque por ampliar o cuidado em casa para pessoas que ainda precisam de acompanhamento clínico, mas não necessitam permanecer internadas.
Segundo a PBH, o atendimento domiciliar gratuito após a alta hospitalar ajuda a desafogar leitos e reduz riscos associados a internações prolongadas.
Como funciona o atendimento domiciliar em BH
O serviço é prestado pelo SAD, sigla para Serviço de Atenção Domiciliar, com equipes multiprofissionais que vão até a residência do paciente.
Essas equipes realizam curativos, sondagens, acompanhamento clínico e orientação a familiares, mantendo o tratamento fora do ambiente hospitalar.
De acordo com a prefeitura, a admissão ocorre em até 48 horas após o encaminhamento feito pela unidade onde o paciente esteve internado.
- Médicos
- Enfermeiros
- Técnicos de enfermagem
- Fisioterapeutas
- Assistentes sociais
- Fonoaudiólogos
- Nutricionistas
- Psicólogos e terapeutas ocupacionais
Números divulgados pela prefeitura chamam atenção
A PBH informou que, entre julho e dezembro de 2025, o serviço realizou 769 giros de leitos hospitalares, liberando vagas para novos atendimentos.
Em 2024, mais de 6,2 mil pacientes foram assistidos pelo SAD. No ano seguinte, o total superou 7,8 mil usuários.
Esse resultado representa crescimento de 26% em relação ao ano anterior, conforme balanço municipal repercutido pela imprensa local.
A cobertura também foi destacada pela informação de que pacientes têm direito ao atendimento médico gratuito em casa, desde que preencham os critérios definidos pela rede SUS-BH.
- Recuperação após internação
- Doenças agudas ou crônicas com cuidado contínuo
- Cuidados paliativos
- Crianças e adultos com indicação especializada
Quem pode ser atendido pelo SAD
O encaminhamento não é feito diretamente pelo paciente. A entrada no serviço depende da avaliação do hospital da rede pública, privada ou da UPA.
Para receber a assistência, é necessário ter diagnóstico definido, plano terapêutico estabelecido e um cuidador ou familiar disponível no domicílio.
Também é preciso morar em Belo Horizonte, critério mantido na página oficial do serviço atualizada pela prefeitura em maio de 2026.
- O paciente passa por internação ou atendimento de urgência.
- A unidade avalia a necessidade de continuidade do cuidado em casa.
- Havendo indicação, o encaminhamento é feito ao SAD.
- A equipe assume o acompanhamento domiciliar.
Impacto para hospitais, UPAs e famílias
A principal aposta da prefeitura é reduzir superlotação e evitar permanências desnecessárias em leitos hospitalares da capital mineira.
Além do ganho operacional, o modelo busca atendimento mais humanizado, com presença da família e menor exposição a infecções hospitalares.
Na descrição oficial do programa, o serviço complementa ou substitui a internação hospitalar e prevê transição posterior para o centro de saúde de referência.
Em uma semana marcada por novas ações da prefeitura na saúde e na assistência, o atendimento domiciliar surge como um dos anúncios mais relevantes do noticiário recente de Belo Horizonte.
Aviso Editorial
Este conteúdo foi estruturado com o auxílio de Inteligência Artificial e submetido a rigorosa curadoria, checagem de fatos e revisão final pelo editor-chefe [email protected]. O BH Notícias reafirma seu compromisso com a ética jornalística, garantindo que o julgamento editorial e a validação das informações são de inteira responsabilidade humana, do editor.
Sobre o Autor:
Editor: [email protected]
Transparência: Política Editorial | Política de Uso de IA | Política de Correções | Contato






